terça-feira, 26 de abril de 2016

Mamute-Lanoso

Mammuthus primigenius, o Mamute-Lanoso.
Este é um dos animais extintos melhor conhecido pela ciência, graças a espécimes muito bem preservados (incluindo indivíduos congelados) e, inclusive, pinturas em cavernas. Tudo isso forneceu valiosas informações a respeito de sua aparência, hábitos e interação com outras espécies.
Modelo em escala 1:17.




















sábado, 6 de fevereiro de 2016

Tyrannosaurus

Reconstrução em vida do famoso Tyrannosaurus rex.
A ilustração reconstrói o animal com penas (penas simples, semelhantes a penugem), o que é comumente motivo de controvérsia para esta espécie. Porém, dada a distribuição conhecida das penas nos dinossauros, é de se esperar que elas sejam "padrão" ao menos para a Coelurosauria (embora a presença de penas em ornitísquios, como no Kulindadromeus, abra a possibilidade delas estarem presentes em dinossauros bem mais primitivos). Dessa forma, um Tyrannosaurus sem penas é mais especulativo do que um emplumado.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Stratiotosuchus

Stratiotosuchus maxhechti foi um notossúquio que habitou a Bacia Bauru, durante o Cretáceo Superior no Brasil.
Ele, bem como outros baurussuquídeos, possuem adaptações mais semelhantes a dinossauros terópodes do que a outros crocodilomorfos, como os dentes curvos e serrilhados e os membros longos e retos. Isso, além de outras características como a posição dos olhos e narinas, indicam que estes eram predadores terrestres.
Graças ao seu porte e à escassez de grandes t
erópodes com ele coexistindo, é muito provável que o Stratiotosuchus estivesse no topo da cadeia alimentar.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).




domingo, 6 de dezembro de 2015

Ataque do Sapo de Fogo

A ilustração retrata animais da fauna pré-histórica brasileira descritos recentemente.
Na cena, às margens de um lago, o pequeno réptil Captorhikos sp. é surpreendido pelo temnospôndilo Procuhy nazariensis, o "sapo de fogo". Seu nome, que vem da língua Timbira (prôt=sapo + cuhy=fogo), nativa do Maranhão, Piauí e Tocantins, faz referência ao animal ser um anfíbio encontrado na Formação Pedra de Fogo.
Pintura digital.




Atualização 06/03/20: O espécime antes atribuído a Captorhinus foi reinterpretado como pertencente ao gênero Captorhinikos. Confira a pesquisa aqui, incluindo a presença de outros Captorhinidae na Formação.