sexta-feira, 17 de março de 2017

Dastilbe

Este pequeno peixe é extremamente abundante no registro fóssil do Brasil. Dastilbe crandalli é conhecido de diversos espécimes pequenos, com cerca de 6 cm, mas os maiores poderiam chegar até 20 cm. Há, inclusive, evidência de canibalismo dos indivíduos maiores sobre os menores.

Modelo em porcelana fria, escala 1:1 (tamanho real para um indivíduo grande).







Leedsichthys

Novo modelo do gigante Leedsichthys problematicus. Novos achados nos revelaram um pouco mais sobre sua anatomia, notavelmente a presença de grandes nadadeiras pélvicas localizadas atrás das peitorais, e 4 pares de dentes minúsculos nas maxilas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:30.








Xiphactinus

O "nadadeira-espada", significado do nome Xiphactinus, foi um voraz peixe dos mares do Cretáceo. Alcançava tamanhos consideráveis (X. audax chegava a 4-5 m, com espécimes indicando 6m), o que lhe permitia predar uma série de animais de seu ecossistema.

Um registro impressionante de sua voracidade foi preservada: um Xiphactinus com cerca de 4 m foi encontrado com um Gillicus de 1,8 m em sua barriga, registrando a última refeição do predador. O espécime ficou conhecido como "Fish within a fish" ("Peixe dentro de um peixe").

Modelo em porcelana fria, escala 1:15.








quarta-feira, 1 de março de 2017

Faxinalipterus

O único pterossauro brasileiro do Triássico; o mais antigo pterossauro conhecido; o menor pterossauro, com o tamanho de um pardal; pode não se tratar de um pterossauro.

Faxinalipterus minima tem alguns títulos interessantes para um pterossauro, mas sua identidade como um Pterosauria legítimo vem sendo questionada por alguns paleontólogos. Seus restos fósseis são relativamente escassos, não tendo sido encontrados os dedos das mãos (ou seja, não sabemos se seu quarto dedo era alongado e formava a asa), e há controvérsia se o material conhecido tem características que definitivamente o identifiquem como pterossauro.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).





Atualização: 03/05/2022: A reconstrução está ultrapassada, mas por boas razões: com uma preparação melhor dos fósseis e sua redescrição, um novo trabalho conclui que Faxinalipterus se trata, na verdade, de um lagerpetídeo (grupo de "proto-pterossauros")! Além disso, foi notado que seus então ossos do crânio são de um animal diferente, o novo pterossauromorfo (o mais basal até o momento!) batizado como Maehary bonapartei, que também teve mais elementos cranianos descobertos. Confira o novo artigo aqui.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Noripterus

Um pterossauro com bico afiado, dentes robustos e crista sobre a cabeça. Noripterus complicidens é um dsungaripteridae que viveu na China durante o Cretáceo, coexistindo inclusive com Dsungaripterus, o qual dá nome à sua família.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).





quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Austroposeidon: Belo, Forte e Impávido Colosso

Austroposeidon magnificus, o maior animal conhecido a caminhar sobre solo brasileiro. Tal título combina perfeitamente com o trecho do Hino Nacional "És belo, és forte, impávido colosso".

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop CS5).



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Desmostylus

Desmostylus hesperus, animal semelhante a uma mistura de hipopótamo com pinípede. Foi um mamífero aquático que habitava áreas de litoral e estuários, uma vez que sabe-se que se alimentava tanto de vegetação marinha quanto de água doce.

Diferente dos outros desmostílios Paleoparadoxia e Neoparadoxia, Desmostylus provavelmente poderia se sustentar em terra firme.

Modelo em porcelana fria/biscuit. Escala 1:8.







quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Ludodactylus

O epíteto específico deste pterossauro, "sibbicki", foi uma homenagem ao paleoartista John Sibbick.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Camarasaurus

Camarasaurus lentus, um dos saurópodes mais bem estudados graças aos inúmeros espécimes descobertos. A relativa abundância de seus fósseis também demonstra que este foi o saurópode mais comum de seu ambiente.

Modelo em porcelana fria/biscuit. Escala 1:28.










quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Thalassodromeus

A cena ilustra um Thalassodromeus sethi caçando um Mirischia asymmetrica.

Este pterossauro foi, de início, considerado um piscívoro que, para apanhar os peixes, sobrevoava o mar "cortando" a água com seu bico (daí seu nome, que significa "Corredor do Mar"), como faz a ave talha-mar. Estudos posteriores concluíram, porém, que esta hipótese é implausível.

Na realidade, as proporções dos talassodromídeos são similares às dos azdarquídeos, os quais acredita-se terem caçado em terra firme, vasculhando o ambiente atrás de presas. Tais proporções, somadas a um grande crânio dotado de um poderoso bico, podem ser indicadores de que o Thalassodromeus era um predador de pequenos a médios animais terrestres.

Wacom Intuos + Photoshop




Atualização 07/12/18: Obra vencedora do 1º lugar (voto do júri) na categoria ilustração do Concurso de Paleoarte realizado na Paleo NE 2018!