A ilustração é baseada em um espécime de
Dimetrodon giganhomogenes, mais
especificamente em seus espinhos neurais encontrados, estranhamente, contorcidos.
Em um
estudo feito em 2012 descobriu-se que eles estavam assim devido a fraturas que se curaram com o tempo, e em uma interessante conclusão os autores sugeriram que a ponta dos espinhos só poderiam se curvar de tal forma caso não fossem sustentadas por uma membrana. Ou seja, sugeriram que
Dimetrodon não possuía uma "vela" inteira, tendo ao menos a ponta dos espinhos neurais livres, não conectados por pele/membrana.
Na ilustração abaixo são retratados espinhos contorcidos por lesões, porém ainda sim a membrana se estende até a ponta da vela. A justificativa para isto seria o mesmo ferimento que fraturou os espinhos ter também rasgado a membrana entre eles, a impossibilitando de sustentá-los enquanto se curavam (permitindo assim a deformação).
Pintura digital.