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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Descobertas renascendo das cinzas - Fósseis de Cervidae do Museu Nacional

Resgatando tesouros perdidos do Museu Nacional, paleontólogos do Laboratório de Mastozoologia - UNIRIO estudaram fósseis de Cervidae registrados por meio de descrições e fotografias tiradas antes do incêndio de 2018, e puderam redescrever e revisar esses espécimes e sua taxonomia.

Novas descobertas incluem a relevância da morfologia dos dentes para a taxonomia de cervídeos, uma distribuição mais ampla do gênero Morenelaphus, um animal indeterminado que seria o maior Cervidae até agora conhecida da América do Sul, e as implicações da presença de veados gigantes para o clima e o ambiente da região onde viviam durante o Pleistoceno.

A imagem abaixo mostra o Morenelaphus (à esquerda) e o Cervidae indet. (à direita). Muito obrigado aos paleontólogos do LAMAS - UNIRIO por encomendar e supervisionar essa ilustração!

Confira a pesquisa:




segunda-feira, 25 de julho de 2016

Diprotodon

Diprotodon optatum, o maior marsupial conhecido. Este animal chegava ao porte aproximado de um rinoceronte, e é aparentado aos modernos vombates.
Modelo em escala 1:12.














segunda-feira, 18 de julho de 2016

Deinogalerix

Deinogalerix é membro da família Erinaceidae, a mesma dos ouriços e ratos-da-lua, e pertence à mesma subfamília destes últimos, a Galericinae.
A espécie retratada é a Deinogalerix koenigswaldi, que media cerca de 70 cm de comprimento (incluindo a cauda), tamanho grande para um erinacídeo.
Modelo em escala 1:3.














segunda-feira, 4 de julho de 2016

Ambulocetus

Ambulocetus natans, importante espécie cuja descoberta mostra uma etapa da transição da vida terrestre à aquática na história evolutiva dos cetáceos. Em referência a isto, Ambulocetus significa "baleia ambulante", já que este foi um cetáceo primitivo que ainda caminhava em terra firme. 
Apesar dos hábitos anfíbios, o animal provavelmente não era muito veloz tanto na terra quanto na água, e acredita-se que caçava por meio de emboscadas, semelhantemente aos crocodilianos. 

Atualização: Um novo estudo testou a resistência da caixa torácica de alguns animais, propondo um indicador para os hábitos de espécies semi-aquáticas. Ele constatou que Ambulocetus, bem como dois desmostílios (Paleoparadoxia e Neoparadoxia), não conseguiriam sustentar-se em terra firme, sendo então animais totalmente aquáticos.

Modelo em escala 1:15.