segunda-feira, 10 de abril de 2017

Triceratops

O clássico Triceratops. Além de ser um dos dinossauros mais conhecidos pelo público geral, Triceratops é também um dos melhor conhecidos pelos cientistas, graças à quantidade de fósseis. São conhecidos, inclusive, indivíduos de diferentes idades e até mesmo a pele de seu corpo (embora ainda não propriamente estudada e descrita).

Modelo em porcelana fria, escala 1:35.









sexta-feira, 31 de março de 2017

Deinonychus e a Utahraptor Week

Ilustração do dromeossaurídeo Deinonychus antirrhopus especial para a Utahraptor Week, período promovido pela equipe da Earth Archives.

O objetivo desta semana especial é chamar a atenção para o Utahraptor Project, um projeto de pesquisa que precisa de financiamento para continuar o seu trabalho com fósseis de Utahraptor. Nesta semana, todos somos convidados a mostrarmos nossa admiração pelos raptores, compartilhando nas redes sociais artes, curiosidades ou o que mais for sobre estes dinossauros com a hashtag #UtahraptorWeek, e, claro, divulgando os links do projeto:
http://utahraptors.utahpaleo.org/
https://www.gofundme.com/utahraptor

Vamos ajudar a levantar os fundos para a pesquisa!



quarta-feira, 22 de março de 2017

Barbosania

Um pterossauro da Formação Santana. Diferente da maioria dos Ornithocheiridae, Barbosania gracilirostris não possuía cristas no focinho.

Ilustração feita para Pteros, a enciclopédia virtual dos pterossauros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



sexta-feira, 17 de março de 2017

Calamopleurus

Peixe predador, tendo inclusive espécimes encontrados com outros peixes ainda em suas mandíbulas. Calamopleurus cylindricus media cerca de 1,4 m de comprimento, consideravelmente maior que o Amia calva, único representante vivente da família destes peixes, a Amiidae.

Modelo em porcelana fria, escala 1:4.








Lepidotes

Uma das espécies do gênero Lepidotes encontradas no Brasil: L. piauhyensis.

O gênero é amplamente distribuído em nosso país, e Lepidotes piauhyensis é uma das espécies conhecidas de fósseis mais completos, e, consequentemente, uma das mais detalhadamente descritas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:2.





Dastilbe

Este pequeno peixe é extremamente abundante no registro fóssil do Brasil. Dastilbe crandalli é conhecido de diversos espécimes pequenos, com cerca de 6 cm, mas os maiores poderiam chegar até 20 cm. Há, inclusive, evidência de canibalismo dos indivíduos maiores sobre os menores.

Modelo em porcelana fria, escala 1:1 (tamanho real para um indivíduo grande).







Leedsichthys

Novo modelo do gigante Leedsichthys problematicus. Novos achados nos revelaram um pouco mais sobre sua anatomia, notavelmente a presença de grandes nadadeiras pélvicas localizadas atrás das peitorais, e 4 pares de dentes minúsculos nas maxilas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:30.








Xiphactinus

O "nadadeira-espada", significado do nome Xiphactinus, foi um voraz peixe dos mares do Cretáceo. Alcançava tamanhos consideráveis (X. audax chegava a 4-5 m, com espécimes indicando 6m), o que lhe permitia predar uma série de animais de seu ecossistema.

Um registro impressionante de sua voracidade foi preservada: um Xiphactinus com cerca de 4 m foi encontrado com um Gillicus de 1,8 m em sua barriga, registrando a última refeição do predador. O espécime ficou conhecido como "Fish within a fish" ("Peixe dentro de um peixe").

Modelo em porcelana fria, escala 1:15.