sexta-feira, 31 de março de 2017

Deinonychus e a Utahraptor Week

Ilustração do dromeossaurídeo Deinonychus antirrhopus especial para a Utahraptor Week, período promovido pela equipe da Earth Archives.

O objetivo desta semana especial é chamar a atenção para o Utahraptor Project, um projeto de pesquisa que precisa de financiamento para continuar o seu trabalho com fósseis de Utahraptor. Nesta semana, todos somos convidados a mostrarmos nossa admiração pelos raptores, compartilhando nas redes sociais artes, curiosidades ou o que mais for sobre estes dinossauros com a hashtag #UtahraptorWeek, e, claro, divulgando os links do projeto:
http://utahraptors.utahpaleo.org/
https://www.gofundme.com/utahraptor

Vamos ajudar a levantar os fundos para a pesquisa!



quarta-feira, 22 de março de 2017

Barbosania

Um pterossauro da Formação Santana. Diferente da maioria dos Ornithocheiridae, Barbosania gracilirostris não possuía cristas no focinho.

Ilustração feita para Pteros, a enciclopédia virtual dos pterossauros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



sexta-feira, 17 de março de 2017

Calamopleurus

Peixe predador, tendo inclusive espécimes encontrados com outros peixes ainda em suas mandíbulas. Calamopleurus cylindricus media cerca de 1,4 m de comprimento, consideravelmente maior que o Amia calva, único representante vivente da família destes peixes, a Amiidae.

Modelo em porcelana fria, escala 1:4.








Lepidotes

Uma das espécies do gênero Lepidotes encontradas no Brasil: L. piauhyensis.

O gênero é amplamente distribuído em nosso país, e Lepidotes piauhyensis é uma das espécies conhecidas de fósseis mais completos, e, consequentemente, uma das mais detalhadamente descritas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:2.





Dastilbe

Este pequeno peixe é extremamente abundante no registro fóssil do Brasil. Dastilbe crandalli é conhecido de diversos espécimes pequenos, com cerca de 6 cm, mas os maiores poderiam chegar até 20 cm. Há, inclusive, evidência de canibalismo dos indivíduos maiores sobre os menores.

Modelo em porcelana fria, escala 1:1 (tamanho real para um indivíduo grande).







Leedsichthys

Novo modelo do gigante Leedsichthys problematicus. Novos achados nos revelaram um pouco mais sobre sua anatomia, notavelmente a presença de grandes nadadeiras pélvicas localizadas atrás das peitorais, e 4 pares de dentes minúsculos nas maxilas.

Modelo em porcelana fria, escala 1:30.








Xiphactinus

O "nadadeira-espada", significado do nome Xiphactinus, foi um voraz peixe dos mares do Cretáceo. Alcançava tamanhos consideráveis (X. audax chegava a 4-5 m, com espécimes indicando 6m), o que lhe permitia predar uma série de animais de seu ecossistema.

Um registro impressionante de sua voracidade foi preservada: um Xiphactinus com cerca de 4 m foi encontrado com um Gillicus de 1,8 m em sua barriga, registrando a última refeição do predador. O espécime ficou conhecido como "Fish within a fish" ("Peixe dentro de um peixe").

Modelo em porcelana fria, escala 1:15.








quarta-feira, 1 de março de 2017

Faxinalipterus

O único pterossauro brasileiro do Triássico; o mais antigo pterossauro conhecido; o menor pterossauro, com o tamanho de um pardal; pode não se tratar de um pterossauro.

Faxinalipterus minima tem alguns títulos interessantes para um pterossauro, mas sua identidade como um Pterosauria legítimo vem sendo questionada por alguns paleontólogos. Seus restos fósseis são relativamente escassos, não tendo sido encontrados os dedos das mãos (ou seja, não sabemos se seu quarto dedo era alongado e formava a asa), e há controvérsia se o material conhecido tem características que definitivamente o identifiquem como pterossauro.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).