quarta-feira, 1 de março de 2017

Faxinalipterus

O único pterossauro brasileiro do Triássico; o mais antigo pterossauro conhecido; o menor pterossauro, com o tamanho de um pardal; pode não se tratar de um pterossauro.

Faxinalipterus minima tem alguns títulos interessantes para um pterossauro, mas sua identidade como um Pterosauria legítimo vem sendo questionada por alguns paleontólogos. Seus restos fósseis são relativamente escassos, não tendo sido encontrados os dedos das mãos (ou seja, não sabemos se seu quarto dedo era alongado e formava a asa), e há controvérsia se o material conhecido tem características que definitivamente o identifiquem como pterossauro.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).





Atualização: 03/05/2022: A reconstrução está ultrapassada, mas por boas razões: com uma preparação melhor dos fósseis e sua redescrição, um novo trabalho conclui que Faxinalipterus se trata, na verdade, de um lagerpetídeo (grupo de "proto-pterossauros")! Além disso, foi notado que seus então ossos do crânio são de um animal diferente, o novo pterossauromorfo (o mais basal até o momento!) batizado como Maehary bonapartei, que também teve mais elementos cranianos descobertos. Confira o novo artigo aqui.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Noripterus

Um pterossauro com bico afiado, dentes robustos e crista sobre a cabeça. Noripterus complicidens é um dsungaripteridae que viveu na China durante o Cretáceo, coexistindo inclusive com Dsungaripterus, o qual dá nome à sua família.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).





quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Austroposeidon: Belo, Forte e Impávido Colosso

Austroposeidon magnificus, o maior animal conhecido a caminhar sobre solo brasileiro. Tal título combina perfeitamente com o trecho do Hino Nacional "És belo, és forte, impávido colosso".

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop CS5).



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Desmostylus

Desmostylus hesperus, animal semelhante a uma mistura de hipopótamo com pinípede. Foi um mamífero aquático que habitava áreas de litoral e estuários, uma vez que sabe-se que se alimentava tanto de vegetação marinha quanto de água doce.

Diferente dos outros desmostílios Paleoparadoxia e Neoparadoxia, Desmostylus provavelmente poderia se sustentar em terra firme.

Modelo em porcelana fria/biscuit. Escala 1:8.







quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Ludodactylus

O epíteto específico deste pterossauro, "sibbicki", foi uma homenagem ao paleoartista John Sibbick.

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Camarasaurus

Camarasaurus lentus, um dos saurópodes mais bem estudados graças aos inúmeros espécimes descobertos. A relativa abundância de seus fósseis também demonstra que este foi o saurópode mais comum de seu ambiente.

Modelo em porcelana fria/biscuit. Escala 1:28.










quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Thalassodromeus

A cena ilustra um Thalassodromeus sethi caçando um Mirischia asymmetrica.

Este pterossauro foi, de início, considerado um piscívoro que, para apanhar os peixes, sobrevoava o mar "cortando" a água com seu bico (daí seu nome, que significa "Corredor do Mar"), como faz a ave talha-mar. Estudos posteriores concluíram, porém, que esta hipótese é implausível.

Na realidade, as proporções dos talassodromídeos são similares às dos azdarquídeos, os quais acredita-se terem caçado em terra firme, vasculhando o ambiente atrás de presas. Tais proporções, somadas a um grande crânio dotado de um poderoso bico, podem ser indicadores de que o Thalassodromeus era um predador de pequenos a médios animais terrestres.

Wacom Intuos + Photoshop




Atualização 07/12/18: Obra vencedora do 1º lugar (voto do júri) na categoria ilustração do Concurso de Paleoarte realizado na Paleo NE 2018!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Harpactognathus

Harpactognathus gentryii é um pterossauro que viveu nos EUA durante o Jurássico Superior. Ele é conhecido apenas pela parte anterior do crânio, e este fragmento revela características peculiares para um pterossauro Rhamphorhynchoidea: tamanho relativamente grande, com uma envergadura estimada em 2,5 m, e a possível presença de uma crista (indicada por uma elevação óssea percorrendo o crânio, similar às que sustentam cristas de tecido mole em outros pterossauros).

Clique aqui para conferir a página sobre este pterossauro no site Pteros.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).



quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Arte de Criança

No clima do Dia das Crianças, hoje é postada uma pequena escultura feita em 2005, quando eu tinha 11 anos de idade. Embora brincasse de modelar desde mais novo, esta é a mais antiga peça que ainda tenho guardada, o que a dá um imenso valor sentimental.


quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Eudimorphodon

Um pterossauro do Triássico com cerca de 1 m de envergadura. Eudimorphodon ranzii possuía tipos diferentes de dentes: em 1/3 da boca, à frente, eles eram longos e cônico; nos outros 2/3, eram curtos (exceto dois pares maiores na maxila) e dotados de cúspides.

Esta ilustração é minha primeira contribuição com o site Pteros, uma rica enciclopédia online sobre pterossauros. Clique aqui para conferir a página sobre o Eudimorphodon.

Pintura digital (Wacom Intuos + Photoshop).